sábado, 10 de setembro de 2011

O que é ser verdadeiramente um discípulo e igreja - This is Discipleship Legendado em Português

Lição Escola Sabatina para Surdos - Lição 12 - 3º Trimestre 2011

VERSO PARA MEMORIZAR: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1 Co 13:1).

Lição 12 - Adoração na igreja primitiva - 10 a 17 de setembro from Escola Sabatina on Vimeo.

Comentário da Lição - Prof. Sikberto Renaldo Marks - Lição 12 - 3º Trim. 2011


Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro Trimestre de 2011
Tema geral do trimestre: Adoração
Estudo nº 12 – Adoração na Igreja Primitiva
Semana de 10 a 17 de setembro
Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí - RS)
Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original
www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868
Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil


Verso para memorizar: “Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1 Cor. 13:1).

Introdução de sábado à tarde
Hoje muitas igrejas enfatizam o dom de línguas. Mas a Bíblia não dá grande ênfase a esse dom. Se lermos I Coríntios, nos capítulos 12 a 14, veremos, por exemplo, o dom da fé como mais importante que o dom de línguas. Especialmente nesses dias finais, o dom da fé é vital, pois, da sacudidura em diante, viveremos exclusivamente pela fé.
O verso básico dessa semana refere-se a ser o amor mais importante que qualquer dom, superior ao dom da fé e da esperança. Poder-se-ia dizer que, todos os dons são nada se não houver amor. De fato, qual é o sentido de qualquer qualidade humana, se as pessoas não se amam? Qual é a importância dos feitos da ciência, se as pessoas fazem a guerra porque se odeiam, e há desconfiança entre elas? Qual é o valor de um bem estudado e bem apresentado sermão, se o pregador não ama? Qual é o propósito de estudos bíblicos, se quem os dá, não ama seus mais íntimos? Qual é o resultado de uma série de conferências, se o conferencista não ama nem a sua esposa?
JESUS não veio morrer por nós através da fé, Ele veio movido pelo amor, e suportou tudo porque nos amava acima de Suas provações. O amor impediu que JESUS renunciasse a cruz, e impediu que Ele descesse dela. Porque nos amava, Ele foi até o fim.
Podemos falar as línguas dos homens ou dos anjos, podemos até fazer milagres, curar enfermos, mas se não tivermos amor para com as pessoas e para com DEUS, tudo isso será nulo, pura vaidade, sem valor prático. Sem amor somos frios, valorizamos os números, as estatísticas, os relatórios, a burocracia, os procedimentos, as promoções, os elogios. Mas tudo isso é frio e sem efeito relacional que muda os corações.
Se não soubermos falar aos corações, se não soubermos influenciar os sentimentos, se não entendermos os problemas das pessoas, se não tivermos empatia para com as dificuldades e as lutas das pessoas, tudo o que fizermos será ligado a nós, ao reconhecimento nosso e a autopromoção. Foi por essa via que satanás caiu.
Só ama quem humildemente sente como as pessoas sofrem, temem, cansam e vivem em busca, muitas vezes, nem sabem de quê. JESUS foi aquele que entendeu a humanidade, e a amou infinitamente. Antes de tudo, que esteja o nosso coração cheio de amor para dar, pois assim, tudo o que fizermos, por pequeno que seja, dará resultados amplificados porque DEUS estará nesse trabalho.


sábado, 3 de setembro de 2011

Lições da Bíblia 3º Trim 2011 - Adoração: Em Espírito e em Verdade - Lição 11



“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (João 4:23)
Com a participação de Valdecir Lima, Professor universitário de Teologia e Músico do Unasp EC, e Creriane Lima, Professora de Língas no Unaps EC.

Lição Escola Sabatina para Surdos - Lição 11 - 3º Trimestre 2011

VERSO PARA MEMORIZAR: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (João 4:23).

Lição 11 - Em espírito e em verdade - 3 a 10 de setembro from Escola Sabatina on Vimeo.

Comentário da Lição - Prof. Sikberto Renaldo Marks - Lição 11 - 3º Trim. 2011


Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro Trimestre de 2011
Tema geral do trimestre: Adoração
Estudo nº 11 – Em espírito e em verdade
Semana de    3 a 10 de setembro
Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí - RS)
Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original
www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868
Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil


Verso para memorizar: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (João 4:32).

Introdução de sábado à tarde
“Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam desarraigados. A vida se tornara falsa e artificial. Os judeus, destituídos do poder da Palavra de Deus, davam ao mundo tradições e especulações que obscureciam a mente e amorteciam a alma. A adoração de Deus, "em espírito e em verdade" (João 4:23), tinha sido suplantada pela glorificação dos homens em uma rotina infindável de cerimônias de criação humana. Pelo mundo todo, os sistemas todos de religião estavam perdendo seu poder sobre a mente e a alma. Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente.
“Como deixassem de admitir as coisas divinas, deixaram de tomar em consideração as humanas. Verdade, honra, integridade, confiança, compaixão, estavam abandonando a Terra. Ganância implacável e ambição absorvente davam origem a uma desconfiança universal. A idéia do dever, da obrigação da força para com a fraqueza, da dignidade e direitos humanos, era posta de lado como um sonho ou uma fábula. O povo comum era considerado como bestas de carga, ou como instrumentos e degraus para que subissem os ambiciosos. Riqueza e poderio, comodidade e condescendência própria, eram procurados como o melhor dos bens. Caracterizavam a época a degenerescência física, o torpor mental e a morte espiritual.
“(...) Propensos à satisfação própria, chegaram os homens a considerar a Deus tal como eles mesmos, a saber, como um Ser cujo objetivo fosse a glorificação própria, cujas ordenanças se acomodassem a Seu prazer; Ser este pelo qual fossem os homens elevados ou rebaixados, conforme favorecessem ou impedissem ao Seu propósito egoísta. As classes inferiores consideravam o Ser supremo mal diferindo de seus opressores, sobrepujando-os apenas no poder. Por tais idéias se modelava toda forma de religião.
(...)
“Cristo veio ao mundo com um amor que se fora acrescendo durante a eternidade. Varrendo aquelas cobranças que tinham atravancado a lei de Deus, mostrou Ele que esta é uma lei de amor, uma expressão da bondade divina. Mostrou que na obediência a seus princípios se acha envolvida a felicidade da humanidade, e com ela a estabilidade, o próprio fundamento e arcabouço da sociedade humana” (Educação, 74 a 76, grifos acrescentados).
Esse foi o cenário antes da primeira vinda de CRISTO, e a descrição é perfeita para os nossos dias. Compete-nos, adventistas do sétimo dia, realizar o mesmo trabalho que CRISTO, precedido por João Batista, realizou naquele tempo. Já estamos começando a fazer isso, a oposição também já está se mobilizando, esteja ela dentro ou esteja ela fora da igreja. Resta saber se eu e você estaremos atuando dentro da igreja, para anunciar a verdade, ou para confundir. É uma decisão de cada um.